Olá!Amo compartilhar o que vou aprendendo pelas estradas da vida:Pessoas especiais, experiências,conhecimentos, emoções,pessoas amadas que me fazem ou fizeram feliz,reflexões ... É o que eu chamo de"minhas joias preferidas" que guardo com carinho e amor. Fico feliz por estar aqui compartilhando"riquezas", numa troca gostosa e solidária.Comentem e compartilhem.Interagir com você faz toda diferença para mim. Entrem e fiquem à vontade. Sua presença muito me alegra. Sejam Bem-vindos! Paz e Bem!
terça-feira, 7 de outubro de 2014
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
A primeira lição deve ser...
Aprender
a aprender
esta deve ser a
primeira lição na busca,
paciente do conhecimento.
ampliar os
próprios horizontes
alargar as próprias fronteiras,
pavimentar as
próprias esperanças.
Aprender a
aprender como
se constrói
o próprio futuro.

Para o desenvolvimento desta importante competência é preciso estabelecer limites. Muitos problemas de indisciplina estão ligados à formação do educador que ficou completamente livre.
a aprender
esta deve ser a
primeira lição na busca,
paciente do conhecimento.
ampliar os
próprios horizontes
alargar as próprias fronteiras,
pavimentar as
próprias esperanças.
Aprender a
aprender como
se constrói
o próprio futuro.

Para o desenvolvimento desta importante competência é preciso estabelecer limites. Muitos problemas de indisciplina estão ligados à formação do educador que ficou completamente livre.
O jovem tem dois "eu": o individual, que herda geneticamente e o "eu" social que adquire no meio em que vive. À proporção que vai crescendo,vai assumindo os diversos papéis ou status que a sociedade reserva para ele.Primeiramente o papel de filho. Depois, vai assumindo diversos papeis até que chega ao papel de amigo, profissional de pai. Esse eu de cada papel que assume é a reação dos dois "eu". Abstraindo o "eu" individual torna-se muito pequeno diante do social. Em cada faixa etária da vida, ele tem,portanto, que assumir os vários papéis que a sociedade reserva. E,para tanto, é preciso um processo disciplinar.
Está comprovado que a indisciplina é gerada na escola pelo grande encurtamento da distância entre professor e aluno. Acredito que muita familiaridade sem o devido desenvolvimento do respeito, gera o desprezo e tanto pelo conhecimento em si quanto por quem está a orientar a sua formação. O que na maioria das vezes temos observado é que o aluno está indiferente 'a presença ou intervenção pedagógica do professor.
O outro motivo é que vivemos bombardeados pela mídia que infiltra uma porção de comportamentos estereotipados e,pelo princípio sociológico da lei da imitação,o aluno reproduz esse comportamento.A criança e o adolescente absorvem esses exemplos e os vivenciam no dia a dia. Até certa idade,a criança imita o pai. E segue o inferior no status procura imitar o superior.
O outro motivo é que vivemos bombardeados pela mídia que infiltra uma porção de comportamentos estereotipados e,pelo princípio sociológico da lei da imitação,o aluno reproduz esse comportamento.A criança e o adolescente absorvem esses exemplos e os vivenciam no dia a dia. Até certa idade,a criança imita o pai. E segue o inferior no status procura imitar o superior.
E ainda faltam limites porque a maioria das famílias transferiu para a escola toda a sua responsabilidade de orientar,educar e quando a escola tenta corrigir, a família reage, vai até a Justiça. E assim o professor vai passando dever na lousa, corrigindo... para manter o aluno ocupado e assim "fazer o seu trabalho",quando deveria se ocupar também em orientar o aluno como encontrar e processar o conhecimento.
Com toda certeza é necessário respeitar a criança e o adolescente. Mas,quando necessário é preciso que efeitos disciplinares sejam aplicados.
Outubro,mês da criança e do educador, inquieta com o rumo que a educação tem tomado,manifesto a minha preocupação com o futuro dos nossos alunos e com o círculo vicioso que isto tudo pode se transformar.
Forte abraço. Fique com Deus. E que Ele abençoe a todos nós.
Com toda certeza é necessário respeitar a criança e o adolescente. Mas,quando necessário é preciso que efeitos disciplinares sejam aplicados.
Outubro,mês da criança e do educador, inquieta com o rumo que a educação tem tomado,manifesto a minha preocupação com o futuro dos nossos alunos e com o círculo vicioso que isto tudo pode se transformar.
Forte abraço. Fique com Deus. E que Ele abençoe a todos nós.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Lembrando lições inesquecíveis do grande educador
O que é que eu
quero dizer com dicotomia entre ler as palavras e ler o mundo? Minha impressão
é que a escola está aumentando a distância entre as palavras que lemos e o
mundo em que vivemos. Nessa dicotomia, o mundo da leitura é só o mundo do
processo de escolarização, um mundo fechado, isolado do mundo onde vivemos
experiências sobre as quais não lemos. Ao ler palavras, a escola se torna um
lugar especial que nos ensina a ler apenas as 'palavras da escola', e não as
'palavras da realidade'. O outro mundo, o mundo dos fatos, o mundo da vida, o
mundo no qual os eventos estão muito vivos, o mundo das lutas, o mundo da
discriminação e da crise econômica (todas essas coisas estão aí), não tem
contato algum com os alunos na escola através das palavras que a escola exige
que eles leiam. Você pode pensar nessa dicotomia como uma espécie de 'cultura
do silêncio' imposta aos estudantes. A leitura da escola mantém silêncio a
respeito do mundo da experiência, e o mundo da experiência é silenciado sem
seus textos críticos próprios.
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